Japinha apoia o projeto MTTR DRUM na Metropolitana

dezembro 30, 2009

Na semana passada, antes das comemorações do Natal, o Japinha foi um dos convidados a estar no estúdio da rádio Metropolitana, montado no Central Plaza Shopping, em São Paulo.

Várias bandas passaram por lá também. Lipstick, Tihuana, Replace, Hevo84, Gloria, entre outras.

Além de estar ao vivo na transmissão da rádio, o Japinha tirou fotos e distribuiu autógrafos aos fãs.

No meio disso tudo, o Japinha conheceu uma galera que contribui com o projeto MTTR DRUM e resolveu dar seu apoio também. Pra quem não sabe, é um projeto  beneficente criado pelo baterista do grupo Cueio Limão, André Mattera D´Ângelo.

Esse projeito musical e social tem por objetivo desenvolver campanhas pra ajudar instituições carentes, principalmente orfanatos. Além de doações de voluntários, são organizados shows e eventos com a renda revertida integralmente.

Quem se interessar, pode saber mais a respeito no FOTOLOG e no TWITTER do MTTR DRUM.

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“Minha família faz uma bagunça e tanto no Natal”, diz Japinha

dezembro 21, 2009

A banda CPM 22 está preparando um novo álbum para 2010, com músicas inéditas. Porém, nessa época de festas, o grupo formado atualmente por Badaui (voz), Japinha (bateria), Luciano (guitarra) e Fernando Sanches (baixo) merece um descanso. Fomos saber do baterista Japinha o que ele pretende fazer no Natal e no Réveillon de 2009 e descobrimos histórias divertidas sobre a vida dele, além de uma preocupação que em geral as pessoas esquecem: o quanto o barulho dos fogos de artifício maltrata os animais. Acompanhe tudo na entrevista.

BOL – Quais são os seus planos para o Natal? O que gosta de fazer nessa época?
Japinha – Meu Natal eu sempre passo com a minha família numa chácara no interior de São Paulo, especificamente em Vinhedo. Acho que só não passei lá uma vez, quando viajei pro exterior com um primo meu. É muito bacana nosso Natal porque vão muitos primos, tios e sobrinhos, então é uma bagunça e tanto. Rola até Papai Noel. No período natalino, gosto de comer muitas coisas saborosas, além de descansar e comprar uns enfeites pro meu “apê”.

BOL – Que tipo de presente você gosta de receber no Natal?
Japinha – Gosto de receber presentes úteis, como bom virginiano. Por exemplo, no amigo secreto do ano passado, pedi cuecas samba-canção de presente. Foi ótimo porque estavam em falta no meu guarda-roupa e fiquei tranquilo por um bom tempo, pois ganhei seis de uma vez. O complicado foi que uma tia minha, das mais boazinhas que eu tenho, me tirou de amigo secreto, e fiquei um pouco sem graça ao receber o presente. Mas tudo bem. Demos risada disso depois.

BOL – Como é a sua busca pelo presente certo paras as pessoas queridas?
Japinha – Não costumo comprar muitos presentes no Natal, até porque, se fosse presentear todas as pessoas de que gosto ou com quem me dou bem, teria uma lista com mais de cem nomes. Então me restrinjo aos meus velhos e aos meus sobrinhos, para ter por onde começar. A escolha dos presentes não é difícil, até porque tenho uma mania que me ajuda muito, que é de dar presentes que têm a ver com meu gosto. Costuma dar certo (acho que tenho bom gosto… [risos]).

BOL – Quais são os seus pratos favoritos na ceia natalina?
Japinha – Por ser vegetariano, costumo ter dificuldade de ter opções de alimentação em festas, churrascos, etc. Mas no Natal da minha família faço a festa, porque cada tia (tenho várias) leva um prato salgado e um doce, normalmente as especialidades de cada uma delas. Então imagina só a variedade de pratos. Os que me agradam mais são as massas da minha tia Júlia, a torta de legumes da minha mãe, o pudim de leite da minha tia Maria e a salada de frutas da minha mãe.

BOL – O que não pode faltar no seu Ano Novo?
Japinha – Nem sempre consigo, mas molhar os pés na água do mar me dá uma sensação de renovação, de novas energias. Uma boa turma, com um jantar animado e bastante gente vestindo branco é legal também. Não gosto muito de fogos, acho perigoso e barulhento. Sem contar o quanto isso judia da audição sensível dos cães e gatos. Por isso, sempre tento viajar pro litoral com bons amigos, ou com a família.

BOL – Quais são seus planos para o Réveillon deste ano?
Japinha – Ainda não sei. Como bom brasileiro (japonês falsificado), deixo pra última hora. Pode ser em Floripa com uns amigos, ou no litoral sul de São Paulo mesmo, com a família. Ano passado passei em Ilha Comprida com um amigão meu.

BOL – Você adota alguma superstição na hora da virada de ano? Qual?
Japinha – Nada muito a sério… Uso branco, mas não cem por cento, como alguns, que até a cueca branca vestem. Na verdade, visto mais roupa branca por achar que deixa a cerimônia do Réveillon bonita, diferenciada. Gosto das tradições. Não costumo pular as tais das sete ondas, mas respeito quem o faz. Acho engraçado, na verdade. Somos humanos e superstições são válidas, fazem parte das tradições. Às vezes minha mãe aparece com lentilhas ou outras frutas (não lembro quais) que dizem que dão sorte. Mas costumo ser mais racional nessa hora e tento mentalizar coisas positivas pro ano que está por vir. Acho que faz bem pra mim. Por ser religioso, também oro pra que tudo dê certo e agradeço a Deus pelo que rolou de bom no ano que se foi.

Fonte: BOL


Japinha entre os 20 mais gatos da música

dezembro 18, 2009

Durante a década, muitas bandas nasceram e conquistaram fãs pelo mundo. Obviamente, entre essas, sempre tem alguma com um vocalista gatão, um baterista charmoso ou um guitarrista de tirar o fôlego. Relembre abaixo os 20 gatos que mais arrancaram suspiros nos anos 00!

Adam Levine, do Maroon 5 ; Alex Kapranos, do Franz Ferdinand; Alex Turner, do Arctic Monkeys; Brandon Flowers, do The Killers; Bruno Prado, guitarrista do Cine; Chris Brown; Chris Martin, do Coldplay; Di Ferreiro, do NX Zero; Diogo Nogueira, sambista; Fiuk, do Hori; Japinha, baterista do CPM 22; Jared Leto, do 30 Seconds to Mars; Joe Jonas, o mais gatinho dos Jonas Brothers; John Mayer, cantor e guitarrista; Julian Casablancas, do Strokes; Justin Timberlake; Mark Ronson, DJ e produtor musical; Pete Wentz, do Fall Out Boy; Rodrigo Tavares, baixista do Fresno; Thiaguinho, do Exaltasamba.

Fonte: Vírgula


Japinha na festa do Pânico na TV

dezembro 17, 2009

Nessa terça-feira (15/12/2009), o Pânico na TV comemorou 6 anos no ar seguindo o estilo do programa: com muita animação e humor.

A equipe da atração se reuniu na boate Love Story, no Centro de São Paulo, para uma festa de arromba, que contou com performance de Evandro Santo, pocket show de Rita Cadillac, Latino na discotecagem e apresentações dos DJs Camilo Rocha, do projeto Discology, e Michel Saad, da Disco.

Lucília Diniz, Ricardo Almeida, Supla, Japinha, Hortência e o ex-BBB Kleber Bambam curtiram o evento com outros famosos.

Fonte: Contigo!


Entrevista – Kboing

dezembro 16, 2009

Kboing – O último trabalho “Cidade Cinza”, foi lançado em 2007. O que os fãs podem esperar do CPM22 daqui pra frente?
Japinha –
A gente está fazendo um disco novo com influências um pouco diferentes daquelas que a gente já usou, serão umas coisas mais pra cima, mais alegres, mais festivas e sem deixar de lado a essência da banda que é o punk rock e o hardcore.

Kboing – Tem algum detalhe que você pode nos adiantar?
Japinha –
Estamos produzindo, a gente não está com muita pressa… Se tudo der certo no primeiro semestre o disco deve ser lançado. Já estamos gravando uma musiquinhas para testar… A ideia é gravar e lançar o novo CD no primeiro semestre.

Kboing – Quais a influências musicais da banda?
Japinha –
Desde o heavy metal, passando pelo punk dos anos 70, pelo hardcore melódico dos anos 90 e um pouco também do rock nacional dos anos 80, Titãs, Ultraje a Rigor, Paralamas… Um misturado disso tudo.

Kboing – Qual foi o momento mais marcante na carreira de vocês?
Japinha –
Foram vários porque o CPM, graças à Deus, tem uma trajetória assim muito legal de prêmios, de shows grandes, festivais, viagens internacionais, como as apresentações no Japão, Estados Unidos, agora acabamos de voltar da Europa… Então a carreira da banda é recheada de bons momentos. No ano passado quando ganhamos o Grammy Latino foi um belo momento, ficamos bem contentes!

Kboing – Em uma entrevista, vocês afirmaram que não gostam de rotular o trabalho da banda (emocore, hardcore, etc). Afinal, não é possível definir o estilo do som do CPM22?
Japinha –
O CPM é punk rock.

Kboing – Qual a música preferida gravada pela banda?
Japinha –
Têm várias, cada um tem a sua. Eu gosto de “O Mundo Dá Voltas”, “Irreversível” e “Um Minuto para o Fim do Mundo”, mais do que as outras.

Kboing – Deixem um recado para os fãs de vocês.
Japinha –
Um grande abraço! Um ótimo Natal! Feliz 2010! Curtam uma boa música, um bom rock! Sejam felizes e tentem fazer o bem! Acho que a vida é muito curta e boa então tem que aproveitar enquanto é tempo.

Fonte: Tatiana Pires – Kboing / Foto: Otavio Sousa


Atrevida – dezembro

dezembro 15, 2009

O tema da coluna do Japinha na Atrevida deste mês é: Você acha que ficar com a amiga pode estragar a amizade?

Palavra do Japinha!

Com certeza, pode estragar. Não é uma regra, mas a probabilidade é grande. Os tipos de sentimentos que passarão a existir serão mais intensos, com mais apego entre os dois. Pode existir ciúme daí pra frente, coisa que, não ocorria, ou que havia em pequena quantidade. Mesmo depois, quando terminar essa “ficada” ou “rolo”, pode ser complicado, uma vez que o grau de intimidade que se tem com uma amiga é diferente daquele que se tem com uma ex-ficante, ex-namorada. Conheço alguns raros casos em que a amizade permaneceu intacta, mas posso dizer, quanto a mim, que isso é quase inédito. Sempre alterou minha liberdade e meu sentimento “mais à vontade” com as amigas. Não quer dizer, necessariamente, que você deixa de ter carinho pela pessoa, mas algumas coisas se modificam, e outros elementos passam a fazer parte: alguns ótimos (como atração, vontade de se ver mais) e outros nem tão bons (ciúme, “pé atrás” para dizer certas coisas). Você já não conta algumas coisas da sua vida com tanta liberdade, não tem mais aquele “sentimento leve”, de quando se está com uma amiga. Esta opinião pode parecer conservadora, e sei que há exceções. Mas amizade entre homem e mulher corre esses riscos.


Entrevista – Revista NOIZE

dezembro 9, 2009

O baterista do CPM 22 topou uma rapidinha online, direto da Europa, por onde a banda faz uma miniturnê. Foi lá que Japinha viveu uma situação parecida com a que as fãs vivem quando chegam perto dele: ficou sem palavras diante de um de seus ídolos.

Qual a última música que você ouviu antes de começar esta entrevista?
Foram três: A Little More Love (Olivia Newton John), Sister Havana e Positive Bleeding (Urge Overkill).

Já ficou emocionado diante de um artista?
Sim, acabei de ficar, uns cinco dias atrás. Encontrei um ídolo dos 17, 18 anos, o Dave Grohl (Nirvana e Foo Fighters). Não consegui nem travar um diálogo decente. Só proferi as palavras “My inspiration…” E ele foi um dos caras mais simpáticos com quem cruzamos nessa nossa minitour aqui na Europa.

O que gostaria que caísse do céu?
Uma mala bem grande, com uns 100 bilhões de dólares. Daí, poderia comprar vários carros dos meus sonhos e montar um estúdio irado, sem contar as viagens internacionais em hotéis de luxo. Ou chuva mesmo, pra manter o planeta vivo. Gosto muito da vida e do mundo, não posso reclamar muito.

De quem gostaria de ter herdado o talento?
Pra tocar bateria, de Neil Peart (Rush), Iggor Cavalera (Sepultura), Mike Bordin (Faith no More), John Bonham (Led Zeppelin), Dave Grohl (Nirvana). Pra compor, de Renato Russo (Legião Urbana), Chico Buarque (MPB), Rivers Cuomo (Weezer), Koala (Hateen), Nando Reis, Chorão (Charlie Brown Jr.) e Marcelo Yuka.

Você é a versão humana de que música?
Time Stand Still, do Rush.

Já pegou a estrada atrás de uma banda?
Sim, algumas vezes. As mais marcantes foram pra Belo Horizonte, pra ver o Superchunk (banda ícone do indie rock americano dos anos 90), em 1998, de presente pra uma ex-namorada, e uns dois anos atrás, quando fui sozinho ver o Bad Religion em Curitiba. São shows que vi em São Paulo, mas quis ver de novo fora.

Que música te excita?
Umas 5 mil músicas que não vou lembrar agora, mas vou por algumas: You Shook Me All Night Long (AC/DC), Dance the Night Away (Van Halen), Forever (Kiss), Surf Wax America (Weezer), Box Full of Letters (Wilco), Fool in the Rain (Led Zeppelin), Wild Wild Life (Talking Heads), Querosene (Bad Religion), Monossylabic Girl (NOFX), Tiny Dancer (Elton John), I Will Buy You a New Life (Everclear), The Power of Love (Huey Lewis and the News), My Kind of Lady (Supertramp), Can I Play With Madness (Iron Maiden), One Vision (Queen), Penny Lane (Beatles), Whisky in the Jar (Metallica).

O que patricinhas, funkeiras e roqueiras têm de melhor?
Patricinhas (nem todas) têm uma criação mais adequada pra se namorar, casar, além de se vestirem e se perfumarem melhor e ficarem mais bonitas para os homens. Funkeiras têm a bunda melhor. Roqueiras têm um excelente gosto musical.

Quem merece ser convidado para o backstage?
As patricinhas, pra enfeitarem o palco.

Fonte: Lidy Araujo – Revista NOIZE