Atrevida – Novembro

novembro 29, 2010

Se fosse traído, terminaria o namoro?

Palavra do Japinha!

Certa vez, tentei terminar um namoro por causa de uma traição. Achei que era a única saída para aquele enorme desgosto, mas o grande problema era que eu ainda gostava – e muito – da garota. Daí, entrei em um dilema gigante: não conseguia terminar nem continuar o relacionamento. Eu tentei perdoar (porque sabia que tinha um sentimento forte pela menina), mas também tentei esquecê-la, para acabar com o namoro. Essa confusão se estendeu por meses e foi bastante sofrido para os dois lados. Eu posso dizer que realmente é complicado ser traído, mas acredito que, se existe amor de verdade, é possível perdoar, sim. Afinal, errar é humano e perdoar é divino. Sei que é mais fácil falar do que fazer, mas conheço casos em que o perdão aconteceu, e admiro muito quem consegue perdoar uma traição num relacionamento quando há arrependimento de um lado e um amor verdadeiro do outro. Agora, se o sentimento for algo mais leve ou um “princípio de namoro”, é melhor terminar, a não ser que você se importe, porque a chance de acontecer novamente é bem grande.

Anúncios

Japinha dá dicas para garotas entenderem os meninos

novembro 3, 2010

EPTV.com – Como surgiu a ideia de escrever o livro? Você viveu alguma situação descrita na obra?

Japinha – Em 2005, na gravação de um videoclipe do CPM22, o pessoal da revista “Atrevida” foi cobrir a filmagem e aproveitou para me entrevistar. No final, me perguntaram se eu gostaria de colaborar com uma coluna mensal para eles. Lembro bem que havia lido numa certa vez, na revista concorrente, a “Capricho”, uma coluna que o Dinho Ouro Preto (do Capital Inicial) fazia para eles e me chamou a atenção de forma positiva. Topei e passei a ser colunista da revista (estou até hoje). De uns anos para cá, imaginei que poderiam compor uma coletânea, ou mesmo um livro, já que todo mês escrevia um pouco sobre assuntos relacionados, para o mesmo público. Dei a ideia para o pessoal da editora e eles aceitaram minha proposta. Com certeza, vivenciei todas, ou quase todas as questões abordadas no livro, inclusive usando várias experiências pessoais como exemplos.

EPTV.com – Cite um conselho que você dá no livro para as garotas entenderem os meninos e não pisarem na bola.

Japinha – No livro, aconselhei em um dos capítulos para que elas cuidem sempre de sua autoestima, pois isto faz com que se evitem diversos comportamentos negativos, que podem atrapalhar o relacionamento com os garotos, como por exemplo: ficarem bêbadas na balada, se tornarem muito “grudentas” no namoro, falarem coisas inadequadas, palavrões, paquerarem muitos garotos ao mesmo tempo etc.

EPTV.com Você já se chateou com garotas que não entendem os meninos? Como foi?

Japinha – Sim, já tive essa experiência, quem não teve? Eu, particularmente, tive diversos problemas de incompreensão em relação ao meu trabalho, pois viajo quase todas as semanas e especialmente nos finais de semana. Ou seja, produzo enquanto os outros (e a maioria das garotas) descansam. Além disso, tive uma namorada que confundia o assédio das fãs (no bom sentido) com algo a mais. Ela não levou em conta que às vezes nosso contato com os fãs da banda faz parte do nosso dia-a-dia e que não é por isso que estaria necessariamente proporcionando oportunidades para uma aproximação mais íntima.

EPTV.com – Você tem outro exemplo de chateação que conhece?

Japinha – Uma das grandes chateações que pode acontecer em um relacionamento é o ciúme exagerado. Certa vez, um amigo meu chegou ao extremo de ser atacado pela própria namorada em um show, de tanto ciúmes que ela tinha dele. Ela partiu para cima dele, agredindo-o fisicamente e os dois se machucaram no final. O pior de tudo é que nada disso acrescentou algum benefício para os dois.

EPTV.com – Na sua opinião, qual a maior gafe que uma menina pode dar quando se relaciona com um menino?

Japinha – Quando já se encontra com alguém, seja em um namoro, um rolo, uma ficada ou um casamento, demonstrar interesse por outro rapaz é a pior coisa que uma garota pode fazer, na minha opinião. Mais chato ainda, se for um outro rapaz do mesmo círculo de amizade dos dois.

EPTV.com – E no caso de um rock star, qual o conselho para as meninas quando se aproximam?

Japinha – Ao se interessarem por alguém do meio artístico ou por alguém famoso, penso que seria ideal agir naturalmente em relação a ele, como se ele tivesse qualquer outro tipo de profissão ou posição social. Penso assim porque fora do palco e do estúdio somos pessoas tão normais quanto elas.

EPTV.com – E como foi escrever, narrar coisas da sua própria vida?

Japinha – Ao escrever as colunas e o livro, tentei ser o mais sincero e imparcial possível, mesmo que gerasse alguma polêmica. Desta forma, coloquei minhas opiniões de acordo com o que vivi e tentei sempre ver o outro lado, uma vez que cada caso é um caso e o contexto em que cada pessoa se encontra faz toda a diferença. Por isso, o pessoal da Larousse sugeriu o sub-título “o que você precisa saber sobre os meninos na visão de um rock star”, pois o livro contém muito do que eu, Japinha, penso em relação ao universo da juventude. Mas, com certeza, é resultado da minha vivência, minhas viagens, meus shows e relacionamentos, que podem ser diferentes das experiências de outras pessoas.

Fonte: EPTV.com


Atrevida – outubro

outubro 29, 2010

“Confio no cara que só conheço na net?”

Palavra do Japinha!

Penso que devemos confiar apenas em nós mesmos, e olhe lá. A internet é ainda um meio de comunicação complicado porque há diversas maneiras de enganar os outros: é possível digitar o que não se pensa, se fazer de bom-moço e iludir. Muita gente até monta perfis falsos nas redes sociais e coloca nomes, informações e fotos que não são delas – criando os famosos “fakes” – afinal, é um mundo virtual. Eu não condeno fazer amizades, se aproximar de pessoas ou mesmo paquerar da net. Acredito que, se a confiança for criada aos poucos, é até possível encontrar com a pessoa em alguma festa ou outro local – de preferência público e com amigos por perto. Mas, para confiar logo de cara, é complicado, principalmente se a pessoa não tem nenhum conhecido em comum e nunca ligou a web cam. Eu diria que é até perigoso! Há muita gente mal-intencionada, tentando se aproximar de meninas com objetivos disfarçados. Antes de confiar em qualquer pessoa pela internet, vale a pena tentar checar com algum amigo desta pessoa se ela é quem diz ser, se é alguém legal e uma boa pessoa… Lembre-se sempre do velho ditado: ‘De boas intenções, o inferno está cheio”.


Atrevida – setembro

setembro 23, 2010

Shopping: o melhor lugar para o primeiro encontro?

Fala aí, Japinha!

Os shoppings centers me parecem ótimos lugares para um primeiro encontro. Posso dizer que são locais seguros, confortáveis e que proporcionam várias opções para os dois se entreterem. A segurança desses centros comerciais também ajuda. Apesar de termos outras opções na cidade, como os parques, cinemas e restaurantes, o fato de os shoppings terem estacionamento, ar-condicionado, vigias, cinemas, lojas, sorveterias, cafés e restaurantes facilita muito para combinar de se encontrar com alguém. Eu recomendaria o cinema ou um sorvete, até porque, no primeiro encontro, sempre rola aquele clima de “E agora? O que vou falar?”. Assim, programando um local e algo para fazer, fica mais tranquilo para os dois se sentirem melhor. No meu caso, prefiro ir ao shopping quando está mais vazio, até por eu ser mais discreto e, também, pela exposição que o CPM22 me trouxe. Esse tipo de local também é útil para um encontro “às cegas”, quando os dois só se conhecem pela internet ou por telefone. Assim, por estarem próximos de várias outras pessoas, evita-se o risco de a pessoa não ser quem falou que era ou de ter marcado com alguém não muito confiável.


Atrevida – Agosto

agosto 30, 2010

Você namoraria uma garota que tem filho?

Palavra do Japinha!

Namoraria e, dependendo da época e da circunstância, se o relacionamento fosse muito bom, até me casaria. Olhando pelo lado bom, o filho já viria “pronto”. O mais gostoso, se me conheço, gostando muito de crianças, é que me apegaria a ela facilmente. Sou a favor até da adoção de uma criança. Um ótimo exemplo é a família do Brad Pitt e da Angelina Jolie, com inúmeras crianças que não são deles. Eu sei que a maioria das pessoas se importa com este tipo de condição, mas na minha filosofia de vida, sei que o mais importante é ser feliz. E se outras pessoas criticarem ou torcerem o nariz para uma atitude dessas, não tem problema. O passado de alguém e as suas consequências devem ser vistos realmente como passado. O futuro a Deus pertence e o presente é um presente. Portanto, se existir amor entre um casal e um deles tiver um filho ou uma filha, vale muito a pena eles tentarem investir nessa relação e buscar sua própria felicidade. No final das contas, quem será mais beneficiada é a criança, pois terá ao seu redor um casal que gosta em harmonia e que respeita o passado um do outro. Desta forma, terá um ótimo ambiente, com muito carinho à sua volta. E o casal, que também tem o direito de ser feliz, poderá propiciar uma criação digna para o menor.


Atrevida – Julho

julho 29, 2010

“Você ficaria com a BFF da sua ex-namô?

Palavra do Japinha!

Depende do estrago que isso poderá gerar. A princípio, sim, porque acho que todos são livres, ainda mais quando estamos solteiros. Mas, ao mesmo tempo, somos responsáveis pelas nossas atitudes e pelas consequências. Portanto, se ficar com a melhor amiga da ex-namorada puder causar um mal-estar muito grande, acho melhor evitar. E, normalmente, esse tipo de coisa acontece. Tenho uma teoria que podemos fazer o que bem entendermos, contanto que isso não faça mal pra ninguém. E a partir do momento em que sabemos que vai fazer mal, ainda mais pra alguém para quem temos carinho ou consideração, é melhor não tomar tal atitude. Acontece muito e já ouvi até garotas dizendo isso, de ter certa vontade ou simpatia pelos amigos (ou amigas) de quem namoramos. É explicável, já que são pessoas do mesmo convívio e com características semelhantes, por serem amigas. Lembro até da frase de uma garota que conheço: “uma das coisas boas de terminar um namoro é poder ficar com aquele amigo dele que sempre tive vontade e nunca pude…” Isso é um pouco triste, porque desvaloriza quem você namora, mas infelizmente acontece. Aquele ditado “Mulher de amigo meu é homem”, ou melhor, “Amiga de ex-mulher minha é homem” não parece ser muito respeitado depois que acaba um namoro.


15 minutos com… Japinha

julho 19, 2010

A revista Atrevida selecionou uma fã do Japinha pra passar 15 minutos com ele.

Marina Garcia, de 16 anos e fã do CPM 22 desde os 11, foi a escolhida.

Ela foi ao estúdio onde a banda está gravando o novo álbum e lá, ao lado do Japinha, ficou sabendo como funciona a produção de um disco, conversou, pediu autógrafos, tirou fotos e fez até uma entrevista com o ídolo.

Um sonho pra qualquer fã!

A reportagem está na Atrevida de julho. Vale a pena conferir!