Badauí e Japinha prestigiarão Ferrari do Corinthians

outubro 31, 2010

Está acontecendo, em São Paulo, o 26° Salão do Automóvel. As super máquinas enchem os olhos dos apaixonados por carro.

A partir deste 1° de novembro, a Ferrari Corinthiana, pilotada por Linneu Linardi no GT3 Brasil, estará exposta no estande da rádio Transamérica.

Várias personalidades já confirmaram suas presenças na feira para ver de pertinho o carro dos sonhos alvinegro. Estarão por lá o Japinha e Badauí (CPM 22), Marcelo (Strike), a apresentadora Keyla Lima, Porpetone e Fuzil (humoristas) e o atual jogador do Corinthians, Roberto Carlos.

Todos estarão nesta segunda-feira, ao lado de Linneu Linardi, a partir das 17h.

O Salão do Automóvel está acontecendo no Anhembi e os ingressos custam R$ 30 (5 à 12 anos) e R$ 40 (adulto). Grátis para menores de 5 e maiores de 60 anos.

Mais informações: http://www.salaodoautomovel.com.br/

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Atrevida – outubro

outubro 29, 2010

“Confio no cara que só conheço na net?”

Palavra do Japinha!

Penso que devemos confiar apenas em nós mesmos, e olhe lá. A internet é ainda um meio de comunicação complicado porque há diversas maneiras de enganar os outros: é possível digitar o que não se pensa, se fazer de bom-moço e iludir. Muita gente até monta perfis falsos nas redes sociais e coloca nomes, informações e fotos que não são delas – criando os famosos “fakes” – afinal, é um mundo virtual. Eu não condeno fazer amizades, se aproximar de pessoas ou mesmo paquerar da net. Acredito que, se a confiança for criada aos poucos, é até possível encontrar com a pessoa em alguma festa ou outro local – de preferência público e com amigos por perto. Mas, para confiar logo de cara, é complicado, principalmente se a pessoa não tem nenhum conhecido em comum e nunca ligou a web cam. Eu diria que é até perigoso! Há muita gente mal-intencionada, tentando se aproximar de meninas com objetivos disfarçados. Antes de confiar em qualquer pessoa pela internet, vale a pena tentar checar com algum amigo desta pessoa se ela é quem diz ser, se é alguém legal e uma boa pessoa… Lembre-se sempre do velho ditado: ‘De boas intenções, o inferno está cheio”.


Cabine de Tweets com Japinha

outubro 28, 2010

O Japinha e a cantora Sandra de Sá foram os convidados de ontem para participar do Cabine de Tweets, um espaço no estádio do Engenhão (Rio de Janeiro).

Os dois comentaram o jogo pelo twitter, cada um representando e defendendo seu time de coração: Japinha (Corinthians) e Sandrá de Sá (Flamengo).

A partida acabou empatada, mas, com certeza, a dupla se divertiu muito com o humor dos participantes, entre eles o twitter Mussum Alive, que narrou os bastidores da competição.


Japinha na festa da Rolling Stone

outubro 27, 2010

A versão brasileira da revista Rolling Stone completou 4 anos e fez uma festa ontem em grande estilo, na zona oeste de São Paulo.

Entre os convidados estavam o Japinha (CPM 22), Supla, Paulo (Sepultura), Léo Maia, Marjorie Estiano, Wanessa, entre outros vip´s.

Na festa temática – A Estrada do Rock – havia motos customizadas, carros antigos, muitos artistas e integrantes da banda cover do Kiss circulando pelo local.

A noite contou com um show do tremendão Erasmo Carlos, que não deixou de cantar seus clássicos como, “Negro Gato”, “Gatinha Manhosa”, “Minha Fama de Mau”, “É Proibido Fumar” e “Festa de Arromba”.

Foto: Tiago Archanjo / AgNews


Novo single “Vida ou Morte”

outubro 26, 2010

Hoje o CPM 22 está lançando sua nova música, chamada “Vida ou Morte”.

Eles até estiveram na rádio MIX FM para divulgá-la.

Este é o primeiro single da banda, que fará parte do disco novo – ainda sem título – e que irá sair no início do ano que vem.

O CPM 22 buscou influências do ska nesta nova música. E também utilizou instrumentos nunca antes usados pela banda, como naipe de metais, órgão e cello.

O álbum promete novidades, mas sem deixar de lado a característica do som da banda, como hardcore e músicas rápidas. Há também colaborações de Maurício Takara, Daniel Ganjaman e Phil (Dead Fish).

Ouçam a nova música do CPM 22 – “Vida ou Morte”: http://www.myspace.com/cpm22official


Entrevista – “Daqui Perdizes”

outubro 25, 2010

Como vocês se conheceram e formaram o CPM 22?
O CPM tem uma fundação aos picadinhos. Começou com dois integrantes da banda – Badauí e o Wally – que moravam na mesma rua. A formação que está hoje, a maior parte se juntou em 1999, que foi quando eu e o Luciano entramos para a banda. A gente já tocava, mas cada um em uma banda. Nessa época era tranquilo você ter duas, três bandas ao mesmo tempo, porque você não fazia muitos shows, o cenário era menor.

Mas CPM ainda não era tão conhecido quando você entrou.
Em 1999 não. A gente era uma banda independente, tocava uma vez por mês. Em 2000, lançamos um CD independente e foi aí que as coisas começaram a acontecer.

E quando vocês perceberam que realmente estavam famosos?
O CD de 2000 começou a vender muito. E informalmente, nada por gravadora. Mandávamos pelo correio, deixávamos em consignação nas lojas. Isso acabou chamando a atenção de olheiros, que comentavam com os empresários das gravadoras. Um desses empresários nos contratou, em 2001. Quando lançamos a primeira música – Regina Let’s Go – nas rádios, tocou super bem. Começamos a fazer mais shows, o cachê subiu um pouco, mas ainda era pequeno. Quando estourou a segunda música, consegui ter coragem de largar meu outro emprego.

Você sempre quis ter uma banda de rock?
Não. Na verdade, eu sou meio o contrário da galera. Eu tocava porque eu gostava, admirava, tinha meus ídolos. Era uma coisa bacana, lúdica. Sempre toquei por lazer, hobby. Estudava, trabalhava, me formei… e as bandas eu levava de fim de semana. Mas eu levava a sério. Isso era a diferença.

Como surgiu o convite para você fazer a coluna na revista Atrevida?
Foi por causa da banda. Quando o CPM surgiu na mídia, nosso tipo de som, postura, o tipo de roupa, acabou que o público adolescente se identificou. E até hoje. Mas naquela época foi uma coisa forte. Com isso, as revistas adolescentes começaram a vir atrás da gente, fazer matérias, cobrir, tirar foto, essas coisas. Uma vez, em 2005, foram cobrir a gravação de um videoclipe e quiseram me entrevistar à parte. Dei a entrevista e, no final, a jornalista e a editora disseram que fazia um tempo que estavam pensando nisso, que tinham uma resposta muito boa das leitoras em relação a mim, às respostas que eu dou e queriam saber se eu aceitaria ser colunista. Achei legal e topei. A primeira coluna, eu me lembro que foi para o Dia dos Namorados.

Você quem escolhe o tema ou eles te dão o assunto?
Elas me mandam os temas. Às vezes é sugestão de leitora, às vezes é decisão da redação, e eu vou escrevendo. São as opiniões dos rapazes, a opinião masculina em relação aos temas que elas sugerem, suas preocupações.

Como você pensa para escrever para os adolescentes? A linguagem, o estilo…
Eu tento me segurar um pouco porque tento passar minha mensagem de um forma supersincera, íntegra. Só que a linguagem tem que ser um negócio mais direto. Às vezes, na forma de escrever, você tem que economizar um pouco nos termos. Até porque eles têm muitos termos que nem eu conheço, algumas gírias, expressões. Mas tento contar coisas que eu vivi, exemplos da minha vida. E sempre tento pôr uma opinião contrária: eu penso assim, mas eu sei que tem gente que pensa de outra forma, não liga para tal coisa.

Você recebe muitas respostas das fãs?
Recebo bastante comentários. Umas das coisas que me estimulou a lançar o livro é que realmente tinha um feedback muito bom nos shows, por e-mail, dia a dia.

E quem lê não são só os fãs do CPM 22…
Isso que é legal. Acabou extrapolando. Se fosse uma coisa só para os fãs do CPM, de repente teria que ter mais coisas relacionadas à banda, a opinião dos meninos. E é uma coisa só minha, os meus pareceres, as minhas opiniões. Mas também não é totalmente desvinculado. Eu sou o baterista do CPM. Quando estão lendo, a maioria do pessoal sabe, mas tem gente que não sabe. E tem muitas mães que comentam. Já recebi elogios de mães que a filha assina a revista e vai lá todo mês ler meus textos e que gosta.

De quem foi a ideia do livro?
Na verdade, eu pensava nisso, quando comecei a ver que já tinha muita coisa escrita no computador. Em abril deste ano, a editora da revista pediu uma autorização minha para lançar um encarte especial com meus textos. Na hora me deu um estalo e eu respondi que era legal, autorizava e perguntei se a gente não podia pensar maior. Elas responderam que não porque a editora da revista, a Escala, só editava revistas. Deixei quieto. Uma semana depois elas me escreveram de novo falando que o dono da Escala era o dono da Larousse, que eles adoraram a ideia e queriam lançar.

Qual é a importância da sua mensagem para os adolescentes? Porque ainda é uma fase em que eles estão formando a opinião deles sobre tudo.
Nesse sentido, eu fico sempre com um pé atrás. Até porque eu estou lidando com meninas de 11 a 19 anos e tem muita gente em formação da personalidade, educação. Sempre dou um toque como se fosse um irmão mais velho. Lógico que falando a verdade, sendo sincerão, tem coisas que não economizo. Semana passada eu recebi uma mensagem de uma pedagoga de uma escola que iria utilizar meu livro nas aulas de educação sexual. Fiquei assustado, não sabia que teria esse peso. Acho que é pelo fato de dar uma mensagem legal e uma linguagem que eles entendem. E tem a figura do cara da banda que eles gostam. Acho que isso tudo soma, eles respeitam muito a gente e a nossa opinião. Meu pai é italiano e minha mãe é japonesa, são duas linhas conservadoras. E isso acaba refletindo nos meus textos, de se preocupar com os meninos na balada, os caras mal-intencionados na internet.

Quanto ao CPM 22, vocês estão finalizando um CD. Quando ele sai?
Estamos ainda planejando. Na verdade ele já está pronto, só está mixando, acertando um detalhezinho ou outro. Estamos fazendo com muita calma, principalmente nesse processo de finalização, ainda estamos acertando como será lançado, por onde, qual a estratégia. O CPM está fora da mídia há uns dois anos. Talvez lancemos na época do carnaval, acho que é o mais provável.

O estilo musical da banda continua o mesmo?
As pessoas falam em evolução, acho que na realidade são fases. Mas esse disco está diferente, tem algumas novidades. Quisemos de propósito colocar alguns elementos a mais, variar um pouco as temáticas das letras. Temos cinco álbuns lançados, foi bom ficarmos parados um pouquinho para refletir, escolher outros caminhos. O disco está bem diferente, mas, ao mesmo tempo, tem bastante a nossa cara.

O que você gosta de fazer pelo bairro?
Como eu estou ao lado do Shopping Bourbon, vou muito lá, o cinema é muito bom. Gosto do Parque da Água Branca, que é muito legal. Gosto de dar umas voltas a pé, apesar das subidas. É um bom exercício (risos). Vira e mexe, a gente joga futebol no Playball, ali na Pompeia.

Então vocês estão sempre por aqui?
Ah sim, a gente vive no bairro.

E o que você acha daqui?
Eu acho muito bom. Eu fiz PUC e já gostava pra caramba daqui, as ruas são tranquilas, arborizadas, bem residencial. Tem muita gente de idade, muita família, acho que deixa o bairro mais tranquilo.

Fonte: Daqui Perdizes


Prêmio Top Blog 2010 – 2. turno

outubro 13, 2010

Com mais de 15 mil inscritos, o Blog do Ricardo Japinha foi classificado para o segundo turno da premiação Top Blog 2010.

Já estamos entre os 100 melhores blogs de música do país e contamos com a ajuda de todos para conquistar este prêmio.

A votação nesta segunda fase foi zerada, por isso precisamos que você votem novamente. E ainda, divulguem para os amigos e familiares votarem também.

É apenas um clique, mas todos juntos podem fazer muita diferença. Não esqueçam de confirmar seu voto por email.

Votação Prêmio Top Blog: Blog Ricardo Japinha – categoria Música