Atrevida – Novembro

novembro 29, 2010

Se fosse traído, terminaria o namoro?

Palavra do Japinha!

Certa vez, tentei terminar um namoro por causa de uma traição. Achei que era a única saída para aquele enorme desgosto, mas o grande problema era que eu ainda gostava – e muito – da garota. Daí, entrei em um dilema gigante: não conseguia terminar nem continuar o relacionamento. Eu tentei perdoar (porque sabia que tinha um sentimento forte pela menina), mas também tentei esquecê-la, para acabar com o namoro. Essa confusão se estendeu por meses e foi bastante sofrido para os dois lados. Eu posso dizer que realmente é complicado ser traído, mas acredito que, se existe amor de verdade, é possível perdoar, sim. Afinal, errar é humano e perdoar é divino. Sei que é mais fácil falar do que fazer, mas conheço casos em que o perdão aconteceu, e admiro muito quem consegue perdoar uma traição num relacionamento quando há arrependimento de um lado e um amor verdadeiro do outro. Agora, se o sentimento for algo mais leve ou um “princípio de namoro”, é melhor terminar, a não ser que você se importe, porque a chance de acontecer novamente é bem grande.


Adolescentes sabatinam Japinha sobre universo masculino

agosto 31, 2010

Nesta terça-feira, o Japinha participou do Bate-Papo UOL, onde respondeu à adolescentes no estúdio e também aos internautas sobre assuntos relacionados ao seu livro “Qual é a dele?”.

Momentos antes do chat, o Japinha concedeu uma entrevista ao UOL Estilo Comportamento. Confiram:

Quais são as principais dúvidas das meninas?
Muitas, mas as principais estão relacionadas com namoro. Dentro disso, estão as situações complicadas no sentido de como proceder – desde a roupa a ser usada no primeiro encontro até virgindade.

Quais os cuidados que tem na hora de responder as dúvidas? Afinal você é um ídolo e serve de exemplo a muitos adolescentes.
Eu tive uma educação conservadora, já que venho de família de japoneses. Então tento ser sincero e, além disso, procuro lembrar os conceitos passados pelos meus pais. É como se eu estivesse conversando e “dando uns toques” para uma irmã mais nova.

Quantos anos você tem?
36 anos.

A diferença de idade entre você e o seu público da coluna é uma dificuldade?
Poderia atrapalhar se eu deixasse. Se eu fosse conversar com amigos da mesma idade seria diferente, falaria de outra forma. Mas o que me ajuda é estar em contato constante com a “molecada” por causa da música. Já incorporei o vocabulário deles.

O que seus amigos dizem sobre você ser praticamente um consultor sentimental de meninas?
Alguns sacaneiam um pouco, mas sabem que isso é sério. A revista me chamou para escrever a coluna, em 2005, porque eu dava muitas entrevistas para vários veículos de comunicação e achavam legal o modo de me comunicar esse público. Acho muito bom falar diretamente com as leitoras. Faço isso com carinho.

Há projetos para lançar mais livros?
Não existe um projeto concreto, mas, como este livro está dando retorno, a editora já cobra o segundo. Vamos ver, pois minha prioridade é a música.

Assistam ao vídeo do Bate-Papo com Japinha – TV UOL


Lançamento do livro na Bienal

agosto 16, 2010

Japinha no lançamento do seu livro 'Qual é a dele?'

Ontem à tarde, o Japinha lançou seu livro Qual é a dele?, na Bienal do Livro de São Paulo.

Os fãs puderam chegar pertinho do ídolo, conversar e tirar fotos, já que ele fez duas sessões de autógrafos nos estandes das editoras Larousse e Escala. O Japinha dava atenção a todos e cada pessoa ganhava uma dedicatória especial.

Além disso, o lançamento do livro teve cobertura da Band, MTV, LBV. Enfim, o evento foi um sucesso!

O livro estará à venda nas livrarias e também pela Internet.

Autógrafos, fotos e bate papo com os fãs

Entrevista para o MTV Notícias


Japinha lança livro com dicas para as meninas

agosto 10, 2010

Depois de cinco anos escrevendo sua coluna na revista Atrevida, o Japinha lança o livro Qual é a dele? O que você precisa saber pra entender os meninos na visão de um rock star, onde reúne dicas sobre o universo masculino, além de enquetes e uma compilação de seus textos.

No livro, as meninas poderão entender um pouco mais sobre os garotos, em temas como namoro, ficadas, rolos, paquera, sexo, família e amizade.

O lançamento de Qual é a dele? será na 21ª Bienal do Livro de São Paulo. O Japinha irá receber todos os fãs para uma sessão de autógrafos, no dia 15 de agosto (domingo), às 16h. Será no estande da editora Escala/Larousse, Rua D e E (D20/E21).

A Bienal acontece no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Os ingressos custam: inteira R$ 10 e meia R$ 5.

Em breve, o livro estará disponível nas livrarias de todo o país.


Atrevida – fevereiro

fevereiro 25, 2010

Meninos e meninas podem ser amigos?

Palavra do Japinha!

Na minha opinião, é mais fácil meninos e meninas serem colegas, do que amigos. Um bom exemplo atual disso é a facilidade que as mulheres têm de fazer amizade com os gays. Há mais confiança, mais liberdade, e menos “vontades”, já que os dois lados gostam da mesma coisa. Já tive amizades com garotas, e às vezes foi muito legal, mas, em algumas delas, um dos lados misturou as coisas, e mesmo sem querer, acabou se envolvendo de outra forma. O risco é grande porque, num momento de maior carência, quando os “amigos” estiverem a sós, pode ser que pinte um clima diferente – o que não é o fim do mundo, mas já não é mais “só amizade”. E depois que acontece, fica difícil voltar a ser o que era antes, uma amizade verdadeira. Pra mim, ser colega não é algo menos importante do que ser amigo. O coleguismo é uma espécie de amizade, com um toque de respeito a mais, uma distância não muito grande. Evita algumas intimidades que os amigos mais próximos têm, algumas confissões e, também, alguns problemas, pois o envolvimento é menor. Ao mesmo tempo, é possível conversar bastante, ter confiança, brincar com o outro (sem exageros) e não ter dores de cabeça com as liberdades.


Atrevida – janeiro 2010

janeiro 26, 2010

Você ficaria com uma garota, se soubesse que ela é BV?

Palavra do Japinha!

Sim! Não acho certo ter preconceito com alguém que nunca experimentou beijar. Um dia eu já fui assim, também. Você, que está lendo, já foi, ou ainda é; seus amigos, todo mundo… Ainda bem que alguém me salvou dessa situação, e não viu problema nisso! Acho que o único lado ruim é que o beijo pode não ser dos melhores, no sentido técnico, mas, em outros, vai ser muito legal. Pra começar, eu ficaria marcado na vida da garota, pra sempre! É muito bom poder passar uma experiência pra alguém que confia em você. Sem contar que, apesar de uma ou outra dificuldade no começo do beijo, o momento dessa “primeira vez” iria gerar tanta emoção, tanta magia, que todo ambiente ficaria contagiado. Esse tipo de sensação passa para a outra pessoa, e é algo tão bom!!! Outra coisa boa é que, provavelmente, o rapaz que der o primeiro beijo na garota vai ter uma boa referência por parte dela. Isto é, se ele quiser, vai poder manter o relacionamento por um bom tempo. Dependendo da garota, vale muito a pena. Pra concluir: penso que, se eu estiver interessado na pessoa, não importa se ela nunca beijou, se é rica, pobre, feia, linda, gorda ou estrangeira. O que vale é ir atrás de quem você quer.


Atrevida – dezembro

dezembro 15, 2009

O tema da coluna do Japinha na Atrevida deste mês é: Você acha que ficar com a amiga pode estragar a amizade?

Palavra do Japinha!

Com certeza, pode estragar. Não é uma regra, mas a probabilidade é grande. Os tipos de sentimentos que passarão a existir serão mais intensos, com mais apego entre os dois. Pode existir ciúme daí pra frente, coisa que, não ocorria, ou que havia em pequena quantidade. Mesmo depois, quando terminar essa “ficada” ou “rolo”, pode ser complicado, uma vez que o grau de intimidade que se tem com uma amiga é diferente daquele que se tem com uma ex-ficante, ex-namorada. Conheço alguns raros casos em que a amizade permaneceu intacta, mas posso dizer, quanto a mim, que isso é quase inédito. Sempre alterou minha liberdade e meu sentimento “mais à vontade” com as amigas. Não quer dizer, necessariamente, que você deixa de ter carinho pela pessoa, mas algumas coisas se modificam, e outros elementos passam a fazer parte: alguns ótimos (como atração, vontade de se ver mais) e outros nem tão bons (ciúme, “pé atrás” para dizer certas coisas). Você já não conta algumas coisas da sua vida com tanta liberdade, não tem mais aquele “sentimento leve”, de quando se está com uma amiga. Esta opinião pode parecer conservadora, e sei que há exceções. Mas amizade entre homem e mulher corre esses riscos.