Melhores de 2009 – Whiplash

fevereiro 3, 2010

O site Whiplash, especializado em rock e heavy metal, está escolhendo os melhores de 2009.

O Japinha está concorrendo na categoria “MELHOR BATERISTA NACIONAL”.

Não deixem de votar!

http://whiplash.net/pesquisas/votar_melhores_2009_fase_2.html

É necessário confirmar seu voto por email.

Foto: Otavio Sousa


Japinha na corrida Oral-B

fevereiro 2, 2010

Em sua 5a. edição, a corrida Oral-B Prevenção do Câncer Bucal reuniu mais de 4000 corredores na zona norte de São Paulo, no último dia 31 de janeiro.

Os atletas largaram às 8h da manhã na Av. Santos Dumont, com um percurso de 7 km.

O Japinha, adepto das corridas, participou mais uma vez do circuito Corpore. Após a prova, ele foi abastacer as energias na área vip do evento, se alimentando de frutas e outros alimentos saudáveis.

Foto: Webrun


Japinha participará da 5a. Corrida Oral-B

janeiro 29, 2010

Roqueiro, músico e corredor. Ricardo Di Roberto, o Japinha, integrante do CPM 22 já participou de várias corridas realizadas pela Corpore.

Na Meia Maratona Internacional Corpore de 2009, foi Guia Voluntário por um dia acompanhando um deficiente visual pelos 5,5km da prova.

Na manhã do dia 29 de janeiro mostrou mais uma vez que a associação roqueiro e vida desregrada não está com nada. Passou na sede da Corpore para retirar camiseta, número de peito e chip de cronometragem, parte da sua preparação para a 5ª Corrida Oral-B que será realizada no domingo, 31.

Fonte: Corpore


Verão sem praia não é verão

janeiro 28, 2010

Completando 10 anos de estrada como baterista do CPM 22, o Japinha dá dicas para aproveitar o litoral sul de São Paulo.

Qual o lugar que vc mais gostou de conhecer no verão?
R: A praia de Itamambuca, em Ubatuba.

O que fazia por lá, qual era a programação?
R: Como fiquei em uma casa a poucos metros da praia, acordava cedo, caminhava, ou corria. Tomava café da manhã, fazia uma sessão de surf (já que a praia é bem propícia para a prática do esporte) e depois, consumia muitas frutas. Pra fugir do sol do meio-dia, ficava na casa curtindo um som, jogando vídeo-game, preparando o almoço com a galera. Também arrumava a casa!! Depois, tirava um cochilo, voltava pra praia, e até o final da tarde jogávamos frescobol, praticava mais surf, e às vezes até um futebol na areia. Em alguns dias, no fim de tarde, principalmente quando chovia, dava um rolê de bike pelo condomínio (boa parte da praia é dentro de um condomínio) até uma cachoeira que tinha lá perto (dez minutos de bicicleta). À noite, ia dar uma volta no centro da cidade, tomar sorvete, jogar fliperama, comer em algum restaurante (pizzaria ou japonês). Às vezes rolavam uns shows e a gente dava um jeito de ir.

Com quem foi?
R: Fui com uns amigos, mais ou menos 10 pessoas.

Para quem recomenda?
R: Pra qualquer pessoa que goste de praia, sem muito agito, mas com boa qualidade de água, de ondas, um bom contato com a natureza. Pra galera jovem, talvez tenha mais a ver.

Quanto tempo passou no lugar?
R: Uns dez dias.

Como ficou sabendo do lugar?
R: Já tinha passado umas tardes por lá. Um ex-namorado de uma prima minha tem uma casa lá e nos convidava pra andar de Jet-ski com ele. Era bem legal.

Ja voltou para lá depois? Estava melhor ou pior?
R: Ainda não. Mas acho difícil ter piorado, ou melhorado. Isso tem uns 3 anos.

Onde ficou hospedado?
R: Aluguei uma casa. Recomendo. Mas o lugar também tem altas pousadas charmosas.

Passeios, programas, lojinhas, dicas…?
R: Dentro do condomínio da praia, tem uns restaurantes e bares bons, inclusive um japa que eu fui e gostei. No Centro, tem boas lojas de roupas, artesanato e surfe. Há também uma feira de rua, com muita coisa bacana. Fomos em uns barezinhos bacanas ali também, não me recordo o nome. Pegando a estrada mais uma ou duas horas, você chega em Parati, que é bem bonita pra se visitar também.
Recomendo passear pelas praias (tem mais de 40, se não me engano) e desfrutar das belezas naturais, que são contagiantes. De preferência, escutando Men at Work, acho que combina bem!

Fonte: Terra – Verão 2010


Atrevida – janeiro 2010

janeiro 26, 2010

Você ficaria com uma garota, se soubesse que ela é BV?

Palavra do Japinha!

Sim! Não acho certo ter preconceito com alguém que nunca experimentou beijar. Um dia eu já fui assim, também. Você, que está lendo, já foi, ou ainda é; seus amigos, todo mundo… Ainda bem que alguém me salvou dessa situação, e não viu problema nisso! Acho que o único lado ruim é que o beijo pode não ser dos melhores, no sentido técnico, mas, em outros, vai ser muito legal. Pra começar, eu ficaria marcado na vida da garota, pra sempre! É muito bom poder passar uma experiência pra alguém que confia em você. Sem contar que, apesar de uma ou outra dificuldade no começo do beijo, o momento dessa “primeira vez” iria gerar tanta emoção, tanta magia, que todo ambiente ficaria contagiado. Esse tipo de sensação passa para a outra pessoa, e é algo tão bom!!! Outra coisa boa é que, provavelmente, o rapaz que der o primeiro beijo na garota vai ter uma boa referência por parte dela. Isto é, se ele quiser, vai poder manter o relacionamento por um bom tempo. Dependendo da garota, vale muito a pena. Pra concluir: penso que, se eu estiver interessado na pessoa, não importa se ela nunca beijou, se é rica, pobre, feia, linda, gorda ou estrangeira. O que vale é ir atrás de quem você quer.


Show em João Pessoa

janeiro 22, 2010

No último final de semana, o CPM 22 foi uma das bandas que tocou no encerramento do Fest Verão Paraíba.

O festival reuniu rock, axé, forró, pop. A alegria contagiou o público de 20 mil pessoas.

Mesmo tocando debaixo de muita chuva, o CPM 22 não deixou ninguém parado. A animação tomou conta da galera, que cantava as músicas com a banda.

Fotos: Anderson Silva


Por isso eu corro: Japinha

janeiro 8, 2010

Num momento retrospectiva, vamos relembrar o Japinha no programa Oxigênio TV.

A matéria foi exibida no final do ano passado no canal Band Sports e que não viu, agora tem a chance de ver.

O Japinha conta sobre sua paixão pela corrida e como adquiriu este hábito de correr. Ele até já participou de uma corrida de São Silvestre.

Assistam, que vale a pena!

POR ISSO EU CORRO: JAPINHA


Vídeo – Show da Virada

janeiro 6, 2010

E 2010 não poderia ter começado melhor!

O CPM 22 tocou no já tradicional “Show da Virada”, da Rede Globo.

Quem não estava em casa na passagem de ano, agora pode conferir como foi a apresentação da banda.

Feliz ano novo, galera!


Japinha apoia o projeto MTTR DRUM na Metropolitana

dezembro 30, 2009

Na semana passada, antes das comemorações do Natal, o Japinha foi um dos convidados a estar no estúdio da rádio Metropolitana, montado no Central Plaza Shopping, em São Paulo.

Várias bandas passaram por lá também. Lipstick, Tihuana, Replace, Hevo84, Gloria, entre outras.

Além de estar ao vivo na transmissão da rádio, o Japinha tirou fotos e distribuiu autógrafos aos fãs.

No meio disso tudo, o Japinha conheceu uma galera que contribui com o projeto MTTR DRUM e resolveu dar seu apoio também. Pra quem não sabe, é um projeto  beneficente criado pelo baterista do grupo Cueio Limão, André Mattera D´Ângelo.

Esse projeito musical e social tem por objetivo desenvolver campanhas pra ajudar instituições carentes, principalmente orfanatos. Além de doações de voluntários, são organizados shows e eventos com a renda revertida integralmente.

Quem se interessar, pode saber mais a respeito no FOTOLOG e no TWITTER do MTTR DRUM.


“Minha família faz uma bagunça e tanto no Natal”, diz Japinha

dezembro 21, 2009

A banda CPM 22 está preparando um novo álbum para 2010, com músicas inéditas. Porém, nessa época de festas, o grupo formado atualmente por Badaui (voz), Japinha (bateria), Luciano (guitarra) e Fernando Sanches (baixo) merece um descanso. Fomos saber do baterista Japinha o que ele pretende fazer no Natal e no Réveillon de 2009 e descobrimos histórias divertidas sobre a vida dele, além de uma preocupação que em geral as pessoas esquecem: o quanto o barulho dos fogos de artifício maltrata os animais. Acompanhe tudo na entrevista.

BOL – Quais são os seus planos para o Natal? O que gosta de fazer nessa época?
Japinha – Meu Natal eu sempre passo com a minha família numa chácara no interior de São Paulo, especificamente em Vinhedo. Acho que só não passei lá uma vez, quando viajei pro exterior com um primo meu. É muito bacana nosso Natal porque vão muitos primos, tios e sobrinhos, então é uma bagunça e tanto. Rola até Papai Noel. No período natalino, gosto de comer muitas coisas saborosas, além de descansar e comprar uns enfeites pro meu “apê”.

BOL – Que tipo de presente você gosta de receber no Natal?
Japinha - Gosto de receber presentes úteis, como bom virginiano. Por exemplo, no amigo secreto do ano passado, pedi cuecas samba-canção de presente. Foi ótimo porque estavam em falta no meu guarda-roupa e fiquei tranquilo por um bom tempo, pois ganhei seis de uma vez. O complicado foi que uma tia minha, das mais boazinhas que eu tenho, me tirou de amigo secreto, e fiquei um pouco sem graça ao receber o presente. Mas tudo bem. Demos risada disso depois.

BOL – Como é a sua busca pelo presente certo paras as pessoas queridas?
Japinha – Não costumo comprar muitos presentes no Natal, até porque, se fosse presentear todas as pessoas de que gosto ou com quem me dou bem, teria uma lista com mais de cem nomes. Então me restrinjo aos meus velhos e aos meus sobrinhos, para ter por onde começar. A escolha dos presentes não é difícil, até porque tenho uma mania que me ajuda muito, que é de dar presentes que têm a ver com meu gosto. Costuma dar certo (acho que tenho bom gosto… [risos]).

BOL – Quais são os seus pratos favoritos na ceia natalina?
Japinha – Por ser vegetariano, costumo ter dificuldade de ter opções de alimentação em festas, churrascos, etc. Mas no Natal da minha família faço a festa, porque cada tia (tenho várias) leva um prato salgado e um doce, normalmente as especialidades de cada uma delas. Então imagina só a variedade de pratos. Os que me agradam mais são as massas da minha tia Júlia, a torta de legumes da minha mãe, o pudim de leite da minha tia Maria e a salada de frutas da minha mãe.

BOL – O que não pode faltar no seu Ano Novo?
Japinha – Nem sempre consigo, mas molhar os pés na água do mar me dá uma sensação de renovação, de novas energias. Uma boa turma, com um jantar animado e bastante gente vestindo branco é legal também. Não gosto muito de fogos, acho perigoso e barulhento. Sem contar o quanto isso judia da audição sensível dos cães e gatos. Por isso, sempre tento viajar pro litoral com bons amigos, ou com a família.

BOL – Quais são seus planos para o Réveillon deste ano?
Japinha – Ainda não sei. Como bom brasileiro (japonês falsificado), deixo pra última hora. Pode ser em Floripa com uns amigos, ou no litoral sul de São Paulo mesmo, com a família. Ano passado passei em Ilha Comprida com um amigão meu.

BOL – Você adota alguma superstição na hora da virada de ano? Qual?
Japinha – Nada muito a sério… Uso branco, mas não cem por cento, como alguns, que até a cueca branca vestem. Na verdade, visto mais roupa branca por achar que deixa a cerimônia do Réveillon bonita, diferenciada. Gosto das tradições. Não costumo pular as tais das sete ondas, mas respeito quem o faz. Acho engraçado, na verdade. Somos humanos e superstições são válidas, fazem parte das tradições. Às vezes minha mãe aparece com lentilhas ou outras frutas (não lembro quais) que dizem que dão sorte. Mas costumo ser mais racional nessa hora e tento mentalizar coisas positivas pro ano que está por vir. Acho que faz bem pra mim. Por ser religioso, também oro pra que tudo dê certo e agradeço a Deus pelo que rolou de bom no ano que se foi.

Fonte: BOL